Movimento Nova Sociedade (MNS) nas eleições autárquicas 2013

Abril 1, 2013

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O MNS, Disse hoje “Verifica-se hoje que o eleitor está a ficar cada vez mais órfão, porque os políticos e as políticas por eles levadas a cabo, estão num estado em que o eleitor acredita cada vez menos, com as quais não se identifica e tanto de uns como de outras está cansado” essa é a principal razão que leva este movimento a entrar nas eleições autárquicas.

Segundo o candidato do MNS “Caiu-se numa partidarite balofa, num carreirismo oportunista a que urge por cobro. Este é o estado em que se vive em portugal e que confirma o velho ditado popular “mais vale cair em graça do que ser engraçado.” A situação caiu em desgraça, sem graça”.

E Relativamente ao Lumiar “O Lumiar e os Lumiarenses pedem, um projecto ambicioso, conduzido por pessoas conhecedoras das realidades, credíveis, capaz de mobilizar os cidadãos e de recolocar a Freguesia numa posição de relevo.

Os residentes independentes conhecem e poderão defender melhor a Freguesia do que muitos daqueles que actualmente se sentam nas cadeiras da Assembleia e nada melhor que a vivência e a sabedoria popular para encontrar e fazer propostas de modo a irem ao encontro da resolução das necessidades da Freguesia e das populações que nela vivem ou trabalhem.

Embora se registe a falta de ambição, a pouca dinâmica e a fraca capacidade reveladas pelo actual presidente de Junta do Lumiar, não é menos verdade, também, a perspectiva de que o mesmo venha a suceder com as tradicionais oposições.

É por estes motivos que a classe política detentora do poder e os próprios partidos são cada vez mais olhados pelo cidadão comum com total descrédito.

É necessário agir. Agir não é ficar em casa ou apenas ir colocar o seu voto em branco na urna, sempre que haja eleições. É necessário agir, porque a omissão é uma acção destruidora. “

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Retirada de poderes dos órgãos autárquicos?

Março 1, 2013

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Agora, que terminar o prazo que a lei fixa para as câmaras extinguirem ou fundirem as suas empresas, e alterarem os estatutos das que vão manter, a questão está a ser suscitada com veemência pela vereadora Helena Roseta na Câmara de Lisboa.

A Vereadora apresentou uma proposta para contrariar atribuição de poderes a uma assembleia-geral “unipessoal”.

As alterações aos estatutos das empresas municipais, com vista a acolher as novas regras do sector empresarial local, que entram em vigor esta sexta-feira. A vereadora Helena Roseta propõe uma solução para garantir que não será retirado poder ao executivo camarário na gestão destas entidades, ao contrário do que a nova lei define.

Em causa está a norma que define que a nomeação dos gestores destas empresas passa a ser responsabilidade de uma assembleia-geral, cujo representante é escolhido pela câmara, passando a ter o poder para aprovar contas, definir estratégias, etc. Segundo a Vereadora da Habitação Municipal, trata-se de transferir para um órgão “unipessoal” os destinos destas empresas, quando muita da gestão é “política” e deve estar sujeita ao escrutínio de todos os vereadores com assento na câmara.

Lei do sector empresarial, que se aplica a partir de sexta-feira, contraria lei das autarquias e retira aos executivos municipais a competência de nomear os gestores das empresas.

Esta é uma das alterações impostas pela Lei 50/2012, que estabelece o novo “regime jurídico da actividade empresarial local e das participações locais”. A nova lei foi proposta pelo Governo, em obediência ao acordo com a troika, e aprovada pela Assembleia da República em Julho passado.


Cauções da luz água e gás podem ser pedidas até 2013

Janeiro 14, 2012

Ler noticia Diário Económico : Cauções da luz água e gás podem ser pedidas até 2013


Somos pela Verdade !

Outubro 18, 2011

Não podemos ser indiferentes ! Não podemos negar evidencias !

A mesma pobreza, a mesma indignidade política, a mesma trapalhada, a mesma baixeza de carácter, a mesma decadência de espírito.

DIA MUNDIAL CONTRA A POBREZA E A EXCLUSÃO SOCIAL – 17.10. 2011

Outubro 16, 2011

Em Portugal existem 2 milhões de Pobres, dos quais cerca de 300.000 são crianças, 596.000 são reformados e cerca de 586.000 são trabalhadores por conta de outrem.

A pobreza em Portugal é, na sua maior expressão, a pobreza dos baixos salários, das baixas reformas, do desemprego, das reduzidas prestações sociais, a que junta parte significativa de famílias numerosas e de famílias monoparentais.

Na região de Lisboa, com uma área de 2 935 Km2, há cerca de 309 000 pobres, o que significa 105 pobres por Km2, valor que ultrapassa, em muito, a capitação da Região Norte e das Regiões Autónomas.

A pobreza não resulta de uma única causa mas de um conjunto de vários factores, posso aqui apontar alguns:
Factores políticos: corrupção, inexistência ou mau funcionamento de um sistema democrático, fraca igualdade de oportunidades.
Factores económicos: sistema fiscal inadequado, representando um peso excessivo sobre a economia ou sendo socialmente injusto; a própria pobreza, que prejudica o investimento e o desenvolvimento, economia dependente de um único produto.
Factores sócio-culturais: reduzida instrução, discriminação social relativa ao género ou à raça, valores predominantes na sociedade, exclusão social, crescimento muito rápido da população.

Pobres não tenho duvidas que vão existir sempre, o que importa é lembrar que há pobres e sempre que possa , Divida com eles o pouco que tem.

Não seja indiferente !


FMI – PORTUGAL

Abril 16, 2011


III Encontro das Associações de Base Local no Alto do Lumiar

Abril 11, 2011

Realizou-se no dia 9 de Abril de 2011, o III encontro de Associações de Base local na Escola Pintor Almada Negreiros, teve como principal objectivo colocar em debate questões ligadas à sociedade civil e ao crescente papel de intervenção a que é chamada a ter, assim como encontrar pontos comuns e dicas para acção:

A Actual situação de crise do País, e o contributo que a sociedade civil pode dar no apoio e coesão social veio reforçar a necessidade de realização deste encontro, que nasceu de um trabalho em rede cada vez mais presente no território, e da vontade de trazer para a discussão pública as especificidades do Associativismo no sec. XXI e do seu papel enquanto espaço de participação e cidadania activa.

 Nesta lógica o III encontro esteve submetido o tema “ Associativismo actual” e compreendeu 4 chaves de discussão diferenciada.

  • As Associações e os Sectores Públicos e Privados

APEAL (Irene Pinto) e GRACE (Sebastião Gaiolas)

  • Serão as Associações um espaço de participação individual e colectiva?

ARAL (José Almeida) e K’CIDADE (Mónica Mascarenhas)

  • O que mobiliza actualmente os cidadãos?

AMBCVL (João Carlos Antunes) e B&T (Dércio Khimji)

  •  A Sociedade Civil é cada vez mais a resposta para os problemas sociais actuais?

AVAAL (Lourenço Carvalho) e ATM (Constança Vaz)

Na minha Opinião, o encontro superou as minhas expectativas com a presença de mais de 80 pessoas, representantes de mais 40 organizações, muita Juventude.

 A presença de representantes da CML, da Assembleia Municipal de Lisboa, das Juntas de Freguesia locais, da empresa Municipal Gebalis, das confederações e federações das colectividades e da Associação de País, foi importante a sua mobilização para dentro do encontro.

Parabéns a toda a organização e a todos os participantes que deram contributos importantes, importa agora por em marcha a dicas dadas no encontro.