Musgueira Sul – Religião Católica

Maio 6, 2013

http://musgueirasul.wordpress.com/2013/05/06/musgueira-sul-_-religiao-catolica/

734010_456119601123862_774494156_n1[1]foto de Avelino Costa


Musgueira Sul _ Equipamento_ Pavilhão Polivalente

Abril 16, 2013

http://musgueirasul.wordpress.com/2013/04/16/musgueira-sul-_-equipamento_-pavilhao-polivalente/

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Musgueira Sul _ Educação _ Lumiar

Abril 5, 2013

http://musgueirasul.wordpress.com/2013/04/05/musgueira-sul-edificio-escolar-da-sociedade-jose-estevao-no-lumiar/

Diploma


Localização do Bairro da Musgueira Sul

Março 18, 2013

http://musgueirasul.wordpress.com/2013/03/18/localizacao-do-bairro-da-musgueira-sul

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Lx Dance – Pista Moniz Pereira

Fevereiro 19, 2013

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E porque uma Escola de Dança precisa, todo o esforço foi  feito para ter :

Era necessário criar condições físicas para melhorar o desempenho dos alunos (as), desta forma foi aplicado um revestimento / pavimento em Linóleo, cobertura vinílica ideal para as salas de dança, foi ainda colocada uma Barra de apoio para Ballet.

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Hoje temos uma sala de atividades, com boa ventilação, iluminação e melhor equipada.

Viste a Lx Dance, sala no 1º andar no edifico da Pista Moniz Pereira, rua João Amaral, Lisboa.


As casas de Lisboa, também contam historias

Março 16, 2011

Podia ser um artigo de interesse local, mas considerando que estamos perante mais um caso de vandalismo histórico, o problema passa a ser de interesse Nacional.

Situada junto ao Museu do Traje, no Lumiar em Lisboa, junto a um largo que baptizaram com o nome do olisipógrafo, próximo da Academia Musical 1º de Junho de 1893, localizamos a Ruína da casa a onde viveu Júlio Castilho.

Júlio de Castilho era filho do escritor António Feliciano de Castilho e de sua segunda mulher D. Ana Carlota Xavier Vidal de Castilho e irmão do militar e político  Augusto de Castilho.

Foi a maior referência da olissipografia, foi ele próprio que a inventou. As suas investigações sobre a capital além de exaustivas e minuciosas foram precursoras de uma actividade inexistente até então. O estudo da história e arqueologia de Lisboa.

Foi dramaturgo, jornalista, politico, historiador e professor do infante D. Luís Filipe, foi também sócio efectivo da Associação dos Arquitectos e Arqueólogos Portugueses e sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa do Instituto de Coimbra, do Gabinete de Português de Leitura de Pernambuco, do Instituto Vasco da Gama de Nova Goa e da Associação Literária Internacional de Paris.

 Desde 1997 que é propriedade da Câmara de Lisboa, esta casa está classificada como imóvel de interesse público, integrado no conjunto do Paço do Lumiar

 Nos casos em que o património está ameaçado a câmara pode até expropriar os imóveis, mas como é que a CML pode aplicar a expropriação, quando a própria câmara não dá o exemplo, como é o caso da casa de Júlio de Castilho.

 Na fachada, bem lá no alto, pregaram uma lápide de homenagem ao olisipógrafo. Mas as letras estão gastas e escondidas pelos tufos de erva que ali crescem.

 Somos um Povo com pouca consciência cultural, possivelmente um problema de falta de sensibilidade, é evidente que estamos em crise, mas a falta de dinheiro, tem servido de desculpa para muita coisa.

Considero importante sinalizar a casa a onde viveu Júlio Castilho, alguns já o fizeram, mas não foi ainda dado o primeiro passo pela CML, para a sua recuperação.

Na minha opinião Câmara Municipal de Lisboa, devia contribuir, para o bom exemplo sobre património devoluto e neste caso, até podia ser uma referência em termos Culturais.

João Carlos Antunes


DIÁLOGO COM A CIDADE – Grafite

Março 3, 2011

Para quem estiver na cidade de Lisboa e passar na Av. Fontes Pereira de Melo, vai encontrar 3 edifícios emparedados, mas com desenhos surpreendentes sobre os suportes das fachadas e alçados laterais.

Desenhos que expressam algumas emoções, através dos elementos que compõem as várias obras ali gravadas, associado a um ideal de belo, conseguem absorver a nossa atenção, ficando para segundo plano o facto dos edifícios estarem devolutos.

 Esta arte urbana é um produto da evolução da humanidade que expressa as suas experiencias e emoções criando este tipo de diálogo intencional, conseguindo interferir na Cidade, especialmente se considerarmos a paisagem urbana de Lisboa, abandonada, este tipo de arte, na minha opinião deixa a cidade menos tristes e monótona.

 João Carlos Antunes


Um palacete em ruína na Quinta das Conchas no Lumiar

Março 1, 2011

Situado na freguesia do Lumiar, à Alameda das Linhas de Torres, a Quinta das Conchas é um espaço verde nasceu da recuperação de duas quintas do século XVI, tendo sido instalada por Afonso Torres.

Após ter passado por várias famílias de proprietários acaba por ser adquirida a 22 de Fevereiro de 1899,  por Francisco Mantero, importante roceiro em S. Tomé e Príncipe, também chamada dos Mouros, propriedade de D. Maria Juanna da Conceição Alcobia Tavares.

 Em 1966, a Quinta das Conchas e dos Lilases são vendidas à Câmara Municipal de Lisboa (CML), pelo valor de 85 milhões de escudos, mediante escritura celebrada a 14 de Fevereiro.

 A Quintas das Conchas foi alvo de uma recuperação importante nos meados do ano 2005, intervenção essa que foi programada a partir de estudos efectuados sobre os sistemas de composição da Quinta, que sustentou uma proposta que assegurasse a sua existência cultural, social e funcional através da recuperação, valorização e gestão do património que a constitui.

 Podemos hoje encontrar neste local, duas simpáticas placas a informar  edifício encontra-se em risco de ruir, Por favor não se aproxime, agradecendo à nossa compreensão.

Peço desculpa mas  por mais compreensão que se possa ter, não consigo compreender,  porque razão este palacete até aos dias de hoje ainda não foi recuperado,  na perpetuação da sua essência  histórica .

Artigo de João Carlos Antunes


Presépio de Natal – Ecológico 2010

Novembro 16, 2010

AMBCV Lumiar, lança o desafio as várias  entidades locais  que queiram participar no concurso Presépio de Natal – Ecológico 2010

 
Promotor: Associação de Moradores do Bairro da Cruz Vermelha no Lumiar

1. O concurso tem como objectivos, incentivar a criatividade e originalidade na construção de um Presépio de Natal,

2. Promover o Associativismo no Alto do Lumiar;

  Quem pode participar no concurso?

O concurso destina-se as instituições que desenvolvem trabalho na área do PUAL – Plano Urbanização do Alto do Lumiar.

 Escolas, Associações de Moradores, Instituições Particulares sem Fins Lucrativos, Associação de Pais, Colectividades, Centros de Ocupação de Jovens etc.… 

Data de início do concurso: a partir de 18 de Novembro 2010 (inscrições via email:  ambcvl@gmail.com)

Data de fim do concurso: 18 de Dezembro 2010, data em que deve entregar nas Instalações da AMBCV Lumiar o trabalho realizado.

Quem não pode participar?

Individualidades /Instituições que fazem parte do Júri.

  • Júri será composto por 3 individualidades de Instituições locais, (as três primeiras que manifeste interesse em fazer parte)

Quando é que decorre a avaliação /apresentação / exposição do Presépio de Natal ao público?

No dia 19 de Dezembro de 2010 – Domingo – na AMBCV Lumiar sito na Rua Maria Carlota nº 6 Loja

  • Avaliação:

 A avaliação final do presépio de Natal terá em conta os seguintes parâmetros:

• Criatividade

• Coerência com o tema (livre), ecologia etc…

• Qualidade artística/estética

 a) Os Trabalhos/Projectos são de livre escolha, no entanto deverão privilegiar a utilização de materiais do dia-a-dia susceptíveis de reutilização e reciclagem.

  b) Júri.

  • O Júri devera fazer a avaliação no dia 19 de Dezembro 2010.
  • O Júri desloca-se à sede da AMBCV Lumiar, local da exposição.
  • O júri revela e entrega os prémios, no mesmo dia.

 De acordo com os parâmetros apresentados serão premiados os 3 melhores Presépios de Natal.


Passeio 16 de Outubro 2010 – AMBCV Lumiar

Setembro 29, 2010

Se não tens pais ricos, se não ganhaste o euro milhões esta semana e queres partir à aventura, então vem com a Associação de Moradores BCV Lumiar, em mais um passeio a realizar no próximo dia 16 de Outubro de 2010.

 A barragem de Montargil é o nosso destino, mas sem primeiro passar pela Capital do Gótico, Santarém, 39° 14′ 21.78″ N  8° 40′ 36.93″ W  e porque não uma paragem para almoço em Almeirim, já estamos a imaginar a sopinha da pedra, Hum…. Sem duvida uma “pedra” : ) .

Rumo a barragem com a barriga cheia, vamos apreciar a natureza e quem sabe outras surpresas nos espera.

Vem,  temos um lugar na camioneta à tua espera!