Limpeza e lavagens de ruas

Fevereiro 28, 2011

Registamos com agrado a presença de elementos do Dep. de Higiene Urbana a efectuar limpeza e lavagens das ruas no Bairro da Cruz Vermelha no Lumiar nos meados do mês de Fevereiro de 2011

 Mais do que nunca é importante a limpeza de algumas artérias do bairro, lixo abunda e tem que ser recolhido é impossível viver num bairro com acumulação de lixo tóxico.

 Por vezes era importante a lavagem de mentalidades e de comportamentos, mas como não pode ser tudo de uma vez, já ficamos contentes com a vossa vinda.

Apareçam, são sempre bem-vindos e lixo como devem calcular haverá sempre para recolher.


Aqui mora gente no Lumiar em Lisboa

Fevereiro 25, 2011

Na principal artéria na Freguesia do Lumiar em Lisboa, na Al. das Linhas de Torres, aos n.º 24 a 30, mora gente, gente que não devem conhecer grandes confortos.

Este é o Lumiar, que já ninguém acredita que existe. Foram-se as barracas, mas continuam a existir estes casebres, aqui o tempo parou.

A poucos metros do complexo Alvalade XXI, que custou quase 154 milhões de euros, vive gente que corre perigo de derrocada, um cozinhado que cheira a tragédia com gente dentro.

Não é preciso ser especialista para adivinhar o que pode acontecer com as telhas esburacadas que encontramos no telhado, as águas da chuva esgueirar-se por entre os buracos, a fachada, não indicia outra coisa senão a vida de outros tempos; diante das quais quem por ali passa não pode ser insensível, a janela não abre e quem ali mora não pode ver o mundo do mesmo modo deve esconder o que se poderia ver se a janela se abrisse.

Este post, ninguém pediu para o fazer, não é um caso de politica mas de falta de sensibilidade de quem pode fazer mais e melhor, um comportamento que é apanágio da nossa nação e que existe a necessidade reverter.

Estou a falar de gente!

Artigo de João Carlos Antunes


Edifício Escolar da Sociedade José Estêvão em ruína no Lumiar em Lisboa

Fevereiro 24, 2011

Este edifício localiza-se no centro do Lumiar, entalado entre dois edifícios modernos, junto do Centro Comercial na Al. das Linhas de Torres, teimosamente resiste, dando apenas neste momento abrigo aos pombos que por lá fazem a sua vida.

Em 2007 suspeitava-se que iria ser substituído por mais um bloco de cimento, pois o estado de degradação era tal que colocava em risco à data, a segurança de quem por ali passava.

Passados quatro anos, como devem calcular o risco aumentou consideravelmente, embora tenha sido colocado uma protecção junto ao passeio, para evitar males maiores.

 Este edifício foi em tempos aula infantil, cantina e balneário e pertenceu à Sociedade Instrução e Beneficência José Estêvão fundada em 1911, perfazendo agora o seu centenário

O Lumiar irá perder mais um ponto de interesse local e assim se apaga a historia. Aproveito o momento para falar dos centros escolares republicanos que fazem parte da riquíssima história do associativismo, tão vigoroso na segunda metade do século XIX e nas primeiras décadas do século XX, e o Lumiar faz parte deste roteiro Republicano.

Fenómeno também europeu o associativismo oitocentista visava responder aos problemas e solicitações sociais decorrentes de transformações muito importantes, então vividas tanto na sociedade portuguesa como nas demais sociedades dos países ocidentais.

Entre essas transformações, merece referência particular o fenómeno do desenvolvimento das cidades, decorrente do crescimento demográfico e das intensas migrações do campo para as cidades.

É neste contexto historicamente inédito que se assiste ao declínio de formas tradicionais de sociabilidade, à proletarização de camadas importantes da sociedade, à emergência de formas novas de pobreza e mesmo ao agravamento de formas de comportamentos desviantes como o alcoolismo, a vadiagem e a prostituição. Da imensa variedade de todos esses problemas decorre a infinita variedade das associações então criadas, muito diversas quanto à sua natureza, às suas finalidades e às qualidades e condições sociais dos seus associados.

As associações surgem assim como resposta a problemas sociais graves de desenraizamento e de sociabilidade, pois visam o reenquadramento social do indivíduo, sobretudo urbano, numa determinada “associação”, que pode ter objectivos meramente bairristas, ou então sérias motivações profissionais, culturais, filantrópicas, cívicas, políticas, recreativas ou mesmo explicitamente educativas.

A pujança do associativismo oitocentista acaba por envolver todas as camadas sociais, embora seja de longe mais intenso nas cidades, entre as classes médias e as camadas mais pobres da sociedade.

Sabemos que a generalidade das associações tinha objectivos estritamente laicos e era muitas vezes politicamente progressista. Muitas das associações criadas entre nós no último quartel do século XIX tinham, porém, uma importante acção cultural e educativa.

Era necessário e urgente acudir ao gravíssimo problema social proporcionado pela existência de amplas camadas infanto-juvenis vítimas da pobreza, da orfandade, do abandono e do analfabetismo. Face à falência ou à inoperância dos sistemas assistenciais e educativos do Estado, muitas associações procuraram contribuir, cada uma de acordo com a sua natureza, os seus fins e os seus meios para a resolução, sempre pontual e localizada, dos problemas sociais vividos pelas crianças e jovens da comunidade em que se integravam e que serviam. Por isso, muitas das associações então criadas procuravam contribuir para a criação e sobretudo para a educação das crianças desprotegidas, de modo a transforma-las em verdadeiros cidadãos, devidamente escolarizados, portadores de uma eficiente formação profissional, como hoje diríamos e, enfim, úteis à comunidade.

Por outro lado, face às fragilidades do sistema oficial de ensino, nomeadamente ao nível do ensino primário, havia que procurar alternativas mais ou menos informais e até improvisadas mas que respondessem, mesmo que parcialmente, a alguns dos problemas inerentes à deficiente escolaridade dos portugueses e em particular ao problema do analfabetismo. Assim, desde pelo menos o início dos anos 80 do Século XIX que se vão improvisando e ensaiando, promovidos por entidades particulares, modelos organizativos de escolas e de cursos alternativos à escola oficial e às suas graves deficiências. Visava-se quer o combate às carências escolares de sectores importantes da população, quer o ensaio de modelos escolares e pedagógicos alternativos, eventualmente conducentes a uma praxis e a uma escola “nova” e mesmo “republicana”.

Pela sua origem, pela sua natureza, pelos seus objectivos e até pelos seus estatutos, os Centros Escolares Republicanos distinguem-se de outras associações e sociedades da época, mesmo quando estas também tivessem, embora sempre subsidiariamente, objectivos educativos. Com efeito, os Centros Escolares Republicanos, pelos seus estatutos, tinham como objectivo determinante uma função escolar, proporcionando educação e formação a segmentos importantes da comunidade em que se inseriam e que serviam. Os Centros Escolares Republicanos distinguem-se, do mesmo modo, dos chamados Centros Republicanos, pois estes tinham essencialmente objectivos políticos e partidários.


Estrada da Torre em Lisboa, vivendas a ser engolidas pela vegetação

Fevereiro 23, 2011

Mais uma artéria da cidade de Lisboa, na freguesia do Lumiar, um corredor importante de ligação do Alto do Lumiar ao centro da freguesia, podemos aí encontrar um núcleo habitacional à espera de melhores dias, teimosamente vão resistindo, mas o abandono a que estão votadas, dificilmente vão conseguir evitar a sua degradação e o tempo irá ditar o seu destino, possivelmente a do colapso.

É triste assistir ao abandono deste património, vivendas a serem engolidas pela vegetação outrora ali plantadas como adorno, fazendo agora lembrar um ramalhete gigante.

 Quem sai do metro vai dar de caras com uma casa fechada à mais de 20 anos, embora emparedada, o telhado ameaça ruir a qualquer momento, não deve resistir a muitos mais invernos.

 Deviam ser tomadas medidas tendentes a evitar que a degradação deste património assuma consequências irreversíveis, medidas essas que permitiriam uma intervenção tendo em vista a execução da respectiva reabilitação destes imóveis, considerando que estes fazem parte da identidade local.  


Rua do Lumiar em Lisboa colecciona Ruína

Fevereiro 22, 2011

Quem fala sobre a história da freguesia do Lumiar, não pode esquecer, este núcleo habitacional antigo na rua do Lumiar.

Este núcleo habitacional quando nasce, ainda o Lumiar era uma aldeia dominado por nobres quintas, olivais e vinhas, sendo os principais frutos da terra o vinho, trigo, cevada e azeite, desenvolvido em torno de uma propriedade régia rural que evoluiu a partir do século XVI.

Hoje quando visitamos a rua do Lumiar e impossível passar indiferente a este desalento e abandono que tomou conta destes edifícios.

Podemos encontrar, edifícios setecentistas, edifício pombalino destinado à habitação e ao comércio, a apresentar uma planta rectangular simples com dois pisos, sótão e águas furtadas. Na fachada principal, destacam-se as janelas rectilíneas com molduras de cantaria salientes e, na fachada lateral direita, uma mansarda totalmente revestida a telha.

Podemos encontrar, edifícios de habitação oitocentista, a apresentar uma planta rectangular regular com dois pisos e águas-furtadas nas coberturas. A sua arquitectura é apalaçada, destacando-se os panos de muro totalmente cobertos com azulejos e as guardas das janelas de sacada em ferraria ornamental.

Podemos encontrar, edifício novecentista com decoração revivalista, construído para habitação e comércio. Apresenta uma planta rectangular com dois pisos e águas-furtadas, sendo a fachada principal rematada por cornija e ampla platibanda plena.

Hoje. Século XXI o Lumiar encontra-se numa capital europeia, muito se fala da cultura e na preservação da historia, como é possível tratar deste modo o nosso património, como é possível coleccionar o desalento e tristeza numa só rua.

Artigo de João Carlos Antunes


U.K. Londres 2007 – Problemas Sociais, organizações e soluções

Fevereiro 20, 2011

Recordar é viver

Estávamos em Junho de 2007 e no âmbito do programa Co-financiado pela EQUAL, o K` Cidade, convidou várias instituições locais a integrar uma comitiva, com o objectivo de visitar várias instituições que operavam na cidade de Londres.

A AMBCV Lumiar esteve representada pelo Sr. João Carlos Antunes durante 3 dias, foi possível olhar para uma sociedade diferente, mas com o mesmo universo de preocupações, consegui perceber que podemos encontrar no meio do nada soluções, encontrar a esperança e a solução no olhar do mundo de empreendedores.

Nesta viagem de novas descobertas, para mim consistia em não procurar, mas apenas observar, apreender o modo de respostas perante as dificuldades, o modo como se organizavam e foi possível descobrir nesta viagem uma sociedade com outros olhos, foi possível descobrir que todos nós podemos crescer, desde que acreditemos no nosso potencial.

Visitei vários centros de negócios a onde a base desses centros era apoiar e desenvolver projectos provenientes da comunidade.

A minha presença e a do João Tito da ARAL, tinha também o objectivo de representar e apresentar o BIS – Banco de Informação de Serviços, projecto que brevemente ia ser apresentado a comunidade do Alto do Lumiar.   Foi importante conhecer a GLE onde London, Community business adviser, loan fund maneger, o seu director of operations, Wandsworth youth Enterprise WYE.

Não quero deixar de fora outro tipo de  momentos maravilhosos que passei, nomedamente em  Russell-square, king cross, Canden town, Covent garden Leicester – square, Lourenço e Nando place.

 O Grupo era maravilhoso, várias brincadeiras surgiram, recordo duas que me marcaram. 

Desafiei dois senhores de etnia cigana da área da Galinheiras, quando partilhava o mesmo táxi em direcção ao restaurante Lourenço e Nando Place (restaurante Italiano) cantar uma moda cigana e lá fomos nós a bater palmas e a cantar no centro de Londres, dentro de um táxi uma moda cigana, foi lindo e possivelmente inédito.

Na mesma noite e já no restaurante uma brincadeira surge com o João Queiroz e com a Susana, no âmbito do empreendorismo, abrir um BAR na ilha de GUMM, perto da Austrália e surge esta letra.

Ai, Ai a minha alma canta

Vejo GUMM que me encanta

Com o sumo natural e muitos mais sem fim

Esta ilha foi feita para mim

Ai, Ai queremos GUMM BAR, é um PIC com amor,

Com uma praia maravilhosa e com sol abrasador

Passou a ser o nosso tema principal.

É tudo o quanto amamos, vamos dar a beber ao pessoal

Ai, Ai vamos romper com as tradições

E vamos deixar tomar pelos nossos corações

Com este projecto sem par

Enche o meu lar de luz com a esperança em GUMM BAR

 Ai, Ai, Estamos a ficar sem ar, os nossos olhos estão brilhar

Aperta o cinto estamos a chegar, vejo a pista aproximar,

Já cá estamos em GUMM, em GUMM BAR

 Artigo de João Carlos Antunes


Rostos ocultos

Fevereiro 18, 2011

Por vezes, olho ao redor e não consigo encontrar, ninguém  a desenvolver projectos, com o objectivo claro em contribuir para a redução dos riscos inerentes ao consumo de drogas na freguesia do Lumiar.

Reconheço a necessidade, mas não tenho competência para desenvolver e dar respostas mais completas e abrangentes à problemática da toxicodependência, será que era possível mobilizar recursos existentes na nossa comunidade, envolver por exemplo a Junta de Freguesia, centro saúde ou não estamos ao nível de dar resposta ao problema.

Na minha opinião era importante uma unidade na nossa freguesia, com equipas de rua, com o objectivo de motivar os toxicodependentes para:

  • Prevenir mortes por overdose e outras complicações inerentes ao consumo de droga;
  • Encaminhamento para programas terapêuticos;
  • Proceder ao rastreio de doenças infecto-contagiosas e encaminhar para instituições de saúde adequadas;
  • Proceder ao encaminhamento para as respectivas unidades de saúde;
  • Proceder à realização de cuidados básicos de saúde no terreno, no que concerne ao trabalho de enfermagem, nomeadamente lavagem, desinfecção e pensos de feridas infectadas;
  •  Centro de saúde proceder à vacinação junto dos toxicodependentes;
  • Promover a articulação com as Instituições locais no sentido de poderem aceder a cuidados de higiene;
  • Criar uma rede de solidariedade, no sentido de estabelecer  entrega de géneros alimentícios;
  • Criar uma rede de solidariedade para fornecimento de roupas ;
  • Encaminhamento  para serviços sociais.

artigo de opinião :  João Carlos


Câmara de Lisboa vai passar os bairros sociais a pente fino

Fevereiro 17, 2011

 

Câmara de Lisboa vai passar os bairros sociais a pente fino para ver quem tem e quem não tem direito a casa
Por José António Cerejo
O trabalho, a iniciar em Março, vai durar dois anos e será “ciclópico”, na previsão da vereadora Helena Roseta. O grande objectivo, sublinha, consiste em assegurar que as cerca de 27 mil casas do município de Lisboa são habitadas por quem delas necessita.
Feitos os diagnósticos, identificados os males do património habitacional da autarquia, a câmara quer agora avançar para o saneamento de uma situação que apodreceu ao longo dos anos. “Temos conhecimento de que nem todos os fogos municipais estão a ser habitados por quem deles precisa”, diz a vereadora, para justificar o lema da operação ontem anunciada: “Casas para quem precisa”.

 O primeiro passo consistirá em verificar quem os compõe e que rendimentos têm os agregados que residem em cerca de 25 mil fogos da autarquia, sabendo-se que esse levantamento já foi feito nos últimos dois anos para perto de 2000 fogos do chamado património disperso. O grosso do trabalho tem a ver com os residentes nos 23 mil fogos dos 66 bairros geridos pela empresa municipal Gebalis, cuja situação, em matéria de rendimentos e de direito às casas, nunca foi inventariada de forma sistemática.

Com a informação recolhida, virá depois a actualização das rendas, aumentando-as ou baixando-as, mas garantindo – frisou Helena Roseta – que os aumentos serão sempre faseados ao longo de três anos. Para lá da fixação das novas rendas, este processo permitirá desocupar os fogos indevidamente ocupados e entregá-los a quem a eles tiver direito. “É preciso alguma coragem da parte dos serviços para se atirarem a uma operação como esta, que é muito pesada, e que vai encontrar muitas resistências.” Sem avançar estimativas, mas antevendo que vai haver “polémica”, a vereadora admitiu que vai ser encontrada “muita gente” em casas em que não deveria estar. “Estou à espera de tudo, mas estou convencida de que isto tem de ser feito para gerirmos com um mínimo de justiça e equidade o património que está à nossa responsabilidade”, respondeu, questionada sobre se estava à espera de um processo muito litigioso.

Helena Roseta adiantou que a câmara vai começar nos próximos meses a tomar decisões sobre a situação de cada casa, com base nas regras em vigor, mas salientou que até ao fim do ano espera ter prontos os quatro regulamentos que vão actualizá-las, sistematizá-las e clarificá-las. Trata-se dos regulamentos de acesso à habitação, de gestão dos fogos, de desocupação e de realojamento. Segundo a autarca, os respectivos projectos, que estabelecem os direitos e deveres dos inquilinos, as regras de transmissão do direito de ocupação, ou o regime de desocupação dos fogos, já foram objecto de “alguma concertação política” com a vereação. A sua discussão na câmara deverá ocorrer a 9 de Março, para depois passarem à discussão pública, voltarem à câmara e seguirem para aprovação da assembleia municipal.

O levantamento inicia-se no mês que vem, com o envio a todos os titulares do direito às casas de cartas registadas, à razão de 1500 por mês. Primeiro serão contactados os moradores que pagam menos de cinco euros de renda, seguindo-se os outros, por ordem alfabética. Se as cartas não forem reclamadas, a fiscalização municipal entrará em acção, podendo ser determinada a fixação da renda máxima. Depois de entregues os documentos pedidos, os inquilinos poderão optar entre o cálculo da nova renda com base no regime actual, ou com base no regime da renda apoiada.

(in Público).


Programa Integrado de Policiamento de Proximidade

Fevereiro 15, 2011

P.I.P.P.

Directiva Estratégia n.º 10/2006 de 15 de Maio, relativa ao Programa Integrado de Policiamento de Proximidade (PIPP), operacionalizou os objectivos definidos no Programa do Governo e sistematizou mecanismos de articulação entre as valências de prevenção da criminalidade e policiamento proximidade e as valências de ordem pública, investigação criminal e informações policiais.

Este Programa visa uma ampliação da actuação policial em articulação e colaboração directa com a comunidade, no âmbito da resolução da pequena e média criminalidade, na prevenção de crimes e incivilidades, causadores de desconforto e do sentimento de menor segurança da população.

Os Agentes Policias que exercem funções no âmbito do Policiamento de Proximidade estão mais próximos da população, nomeadamente daqueles mais frágeis e carenciados (crianças, jovens, idosos, habitantes de bairros problemáticos, etc.) e conhecem as fragilidades, necessidades e as potencialidades do meio.

Com a Directiva Estratégica n.º10/2006 de 15 de Maio foram criadas formalmente as Equipas do Programa Escola Segura (EPES) e as Equipas de Proximidade e de Apoio à Vítima (EPAV).

As Equipas do Programa Escola Segura (EPES) têm por funções garantir a segurança e vigilância nas áreas escolares, prevenção da delinquência juvenil, detecção de problemas que possam interferir na situação de segurança dos cidadãos e a detecção de cifras negras no seio das comunidades escolares.

As Equipas de Proximidade e de Apoio à Vítima (EPAV) são responsáveis pela segurança, em cada sector da área da sua de responsabilidade e, de acordo com o diagnóstico de segurança efectuado em cada Comando: pela prevenção e vigilância em áreas comerciais, vigilância em áreas residenciais maioritariamente habitadas por cidadãos idosos, prevenção da violência doméstica, apoio às vítimas de crime e acompanhamento pós-vitimação, identificação de problemas que possam interferir na situação de segurança dos cidadãos e pela detecção de cifras negras.

Com o decorrer do Programa de Policiamento de Proximidade as Juntas de Freguesia, constituíram parcerias informais com a PSP, trabalhando sempre em conjunto e com o intuito de melhorar a qualidade de vida da comunidade e colaborando activamente em todos os projectos, quer da sua iniciativa quer os propostos pela PSP/PIPP.

Deixamos aqui o exemplo da parceria entre a Junta de Freguesia de  Benfica e a 20 Esquadra de Policia de Lisboa, quem sabe se a nossa freguesia não segue o exemplo.

O Executivo da Junta irá formalizar o protocolo com a 20ª Esquadra da PSP (Benfica), com o objectivo de integrar no seu plano de actividades para a segurança o Programa Integrado de Policiamento de Proximidade (PIPP). Neste momento a Freguesia de Benfica, já conta com dois Agentes de Proximidade.


Aqui mora o Céu e a Terra – C.S.Musgueira

Fevereiro 9, 2011

Convidamos a ver a excelente reportagem televisiva, realizada pela jornalista Raquel Marques Cruz da TVI, contrariando aquilo que normalmente se fala sobre os Bairros Sociais, esta reportagem que passou na passada 6ª feira no Jornal Nacional, tem uma perspectiva que não limita e defini bem uma visão ajustada da realidade.

Esta reportagem tem o mérito de conseguir espelhar, o trabalho espectacular que o Centro Social da Musgueira realiza, encurtando a distância do imaginário e aquilo que é de facto real, traduzindo o vosso trabalho numa única palavra AMOR

 Estes Rostos são uma grande amostra daquilo que todos nós somos, todos diferentes e todos iguais na esperança de um mundo melhor.

 Todos agradecemos, ao Pe. Afonso Heredia, ao Constante, a Ana Barata e a todos aqueles que fazem desse centro um exemplo a seguir.

Deixamos aqui uma sugestão à Câmara Municipal de Lisboa / UPAL, porque não o lançamento da primeira pedra do novo centro no próximo 19 de Março de 2011, como todos sabemos a data da sua inauguração foi em 19.03.1968.

Clicar para ver»»

http://www.tvi24.iol.pt/galeria_nova.html?mul_id=13382527