GEBALIS – Malmequer, Bem-me-quer.

Temos assistido nesta última semana a um bombardear de notícias sobre a GEBALIS: “Câmara admite extinção da GEBALIS”, “Proposta: Extinção da GEBALIS ultima hora ” ”Câmara vai discutir a extinção da GEBALIS”.

 Este cenário de extinção, possivelmente até passa pela cabeça de qualquer Vereador (a) da Habitação Social da CML, quando toma posse, mas pouco tempo depois muda de opinião, tendo em consideração o trabalho importante que esta empresa municipal, presta a cidade de Lisboa.

 Helena Roseta discorda com a extinção da GEBALIS.

 “Acho que a extinção é um erro, até porque implicaria 35 milhões de euros de encargos e 200 pessoas no desemprego”, “Há uma ideia muito clara do que fazer na GEBALIS Nestes últimos dias tem se assistido a um festival de noticias, sobre a empresa GEBALIS: algum emagrecimento da empresa em articulação com a direcção municipal de habitação”.“A extinção criaria uma enorme instabilidade”, afirmou Roseta, revelando que há 40 ou 50 pessoas na empresa que gere os bairros municipais que são “um peso morto” porque estão a prestar funções noutros sítios.

“Era interessante que estas pessoas tivessem a hombridade de sair da GEBALIS pelo seu pé”, acrescentou.

 Determinados medíocres arrastaram para a lama que é o seu habitat natural o nome e a imagem GEBALIS. Os medíocres, não podem vencer os que trabalham honradamente a favor da causa pública, sob pena de perderem a sua honra e a liberdade.

 Organizados ou não, os medíocres, cavaram um buraco financeiro na empresa GEBALIS, agora andam para ai a tocar os sinos, vem ai o lobo, quando o lobo já comeu as cabras.

 Mas, importa esclarecer toda a investigação levada a cabo pela Policia Judiciaria, em Outubro de 2008, a Policia Judiciaria (PJ) terminara a investigação que tinha iniciado em 2007, há empresa GEBALIS e tudo indicava que tinha recolhido elementos que apontavam para a prática de gestão danosa.

 O inquérito esteve a cargo da 9ª secção do DIAP de Lisboa e da Direcção Central de Investigação e Combate à Criminalidade Económico-Financeira da PJ, foi entregue ao Ministério Publico, cabendo ao MINISTERIO PUBLCO decidir se deduzia ou não acusação contra os suspeitos das práticas dos crimes de gestão danosa, peculato e abuso de poder. Os investigadores propuseram à data que fosse feita essa acusação.

 A 22 de Outubro de 2008, segundo uma nota do Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa (DIAP) emitida, foram extraídas certidões para “procedimentos criminais autónomos”, proferido um “arquivamento parcial” e “deduzida acusação contra três arguidos, imputando-se, a cada um deles, em concurso real, um crime de peculato, e um crime de administração danosa”.

 Importa esclarecer a compra destes artigos:

 O «Grande Livro do Bebé», um Cd «Kind of Blue – Miles Davis », DVDs de Woody Allen ou de o «Segredo de Brokeback Mountain», além de um conjunto de caneta e esferográfica de marca Mont Blanc, estas no valor de 1.700 euros, integram a lista de bens que os três ex-administradores da GEBALIS, empresa pública municipal que administra o património habitacional de Lisboa terão adquirido, em proveito próprio, com recurso a cartões

Segundo a acusação o prejuízo global ronda os 200.000.00 euros que o presidente da GEBALIS, Francisco Ribeiro e os então vogais executivos, Mário Peças e Clara Costa terão provocado à empresa, contribuíram ainda a utilização frequente, em Portugal ou no estrangeiro, de cartões de crédito para custear refeições, próprias ou com amigos, em dias úteis, fins-de-semana.

 Importa esclarecer a história do funcionário Fantasma:

Em Junho de 2008 a GEBALIS  pagou 38 mil euros a um funcionário fantasma, Jorge Lopes ligou para a empresa a dizer que não pagava impostos por trabalhos que nunca fez. E a contabilidade da GEBALIS, que descobriu provas dos dois cheques de 19,6 mil euros e 18,8 mil euros, chamou a Judiciária.

Jorge Lopes, desempregado, com a 4ª classe meteu os pés pelas mãos na PJ, nem sabe explicar quantas obras o mandaram fiscalizar, nem diz onde, ou que obras eram.
O pior é que Jorge Lopes nunca terá visto um tostão – segundo a PJ este foi um esquema “de Mário Peças e Ismael Pimentel para retirarem mais de 38 mil euros ao erário público“.

Ismael Pimentel justificou ter os 38 mil euros na sua conta, que seriam do trabalho ‘secreto’ de Jorge Lopes para o amigo Mário Peças, da GEBALIS, com o facto de este lhe dever dinheiro. Mas o ex-deputado não sabe quanto, nem tem provas das dívidas: nada está escrito, não há qualquer registo. Simplesmente emprestou dezenas de milhares de euros a um homem, que conheceu quanto este deu apoio numa campanha do CDS-PP, “acompanhando a viatura de propaganda sonora”. Auxilia-o, mandando-o fazer recados às finanças, aos bancos ou tarefas agrícolas.

Ismael Pimentel, 49 anos, militante do CDS-PP, empresário, vice-presidente da distrital de Lisboa e deputado na bancada democrata – cristã na Assembleia Municipal da Amadora (Lisboa).Foi o candidato dos democratas-cristãos à presidência da Câmara de Beja nas autárquicas 2009.

 Sabemos que a honestidade, a isenção e a frontalidade pagam-se caro. Porque incomodam muita gente. Incomodam aqueles que estão habituados a uma vida de negociatas turvas, trocas de favores e abusos de poder. É natural que os incomode.

 

 

 

Malmequer,

Bem-me-quer,

Malmequer,

Bem-me-quer,

Texto de opinião: Gonçalo

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