Nuno Domingues uma referência

Foi publicada no Jornal de Noticias a seguinte noticia, “Ser presidente suplente após oito anos de “estágio” sobre Nuno Domingues 

Mas, se não antes de publicar a noticia, gostaríamos aqui de fazer uma pequena introdução, sobre o que representa Nuno Domingues para AMBCV Lumiar, é sócio fundador da Associação de Moradores do Bairro da Cruz Vermelha, actual sócio n º 1, para muitos uma referência, um bom exemplo a seguir pelas camadas jovens deste bairro, Homem que acredita em ideais, com uma formação superior, actual cabeça de lista à Assembleia de Freguesia do Campo Grande, por um partido politico.

 A Associação já atribuiu a Nuno Domingues o Prémio de Morador Exemplar, pelo trabalho desenvolvido em prol  população do Bairro da Cruz Vermelha.

 Já foi Presidente da Direcção e Presidente da Assembleia Geral da AMBCVLumiar

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                                                                              foto Bruno Simões Castanheira/JN

Jornal de Notìcias 28 de Setembro de 2009

 Reter na memória grande experiências do acto eleitoral não é para Nuno Domingues, que hoje assume as funções de presidente suplente de uma das mesas do Campo Grande, em Lisboa.

Para se ser mais específico, na Reitoria da Cidade Universitária, uma espécie de local de voto das elites [dizem]. Tanto mais que este professor do Ensino Básico, além de referir o cansaço de um longo dia de entrega à causa pública, opta antes por apontar para o que necessita ser corrigido: que os invisuais tenham acesso livre ao voto, sem a habitual ajuda de terceiro no processo.

“Nas últimas eleições [Europeias] foram entregues às mesas de voto vários editais em Braille, sem que os membros soubessem o que lá estava escrito”, lembra o presidente suplente, de 38 anos. “Há que generalizar os boletins em Braille para que os invisuais não tenham de depender de alguém, em quem terão de confiar que colocará o voto exactamente no partido ou movimento que pretendem”, insiste.

Após um ‘estágio’ de oito anos numa das 32 mesas de voto do Lumiar, a terceira freguesia mais populosa de Lisboa e mais socialmente heterogénea, Nuno Domingues mudou-se para a reitoria no Campo Grande nas eleições europeias, como representante partidário [são cinco] como exige a legislação.

“No Lumiar acabei sempre por mostrar disponibilidade em arranjar pessoas do meu partido, porque é complicado mobilizar quem queira vir para as mesas. Lá também já havia uma maior interacção entre as pessoas”, explica. Já na reitoria o cenário é diferente. “Há coisas engraçadas. Por exemplo: Mário Soares, por norma, vota pelo meio-dia, acompanhado da mulher. Logo depois aparece como que um séquito atrás dele. Não só curiosos como alguns que gostam de ficar no meio daquele aparato mediático”, descreve.

A catarse surge com a contagem dos votos. Aí, há que se estar preparado para encontrar desde boletins rasurados até ao uso do pior calão. “Imagine-se o que é estar naquele ambiente tenso, em que de vez em quando é necessário recontar votos devido a erros de contagem, e de repente surge um boletim com frases ofensivas ou bonecos. Acaba por descomprimir e, até, provocar o riso nos membros”, acrescenta.

Encerradas as mesas é o imediato regresso a casa: “Mesmo com cansaço dá sempre a vontade de acompanhar os resultados pela televisão”.

Fonte:http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1373533

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