Bons exemplos de Associativismo

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Fomos visitar o Blog GolegãXXI (BONS) EXEMPLOS DE ASSOCIATIVISMO, um jovem que fala do Associativismo e publica este texto que convidamos a ler:

 Esta semana, um residente na Golegã, no caso o Sr. Dr. João Abreu prepara-se para receber o prémio de “O Mirante”, “Personalidade do Ano 2007”, na vertente do associativismo. Aproveito para lhe endereçar os meus sinceros parabéns pelo facto, pese embora a sua valorosa participação associativa não haja sido desenvolvida no nosso Concelho. Não é menos meritória por isso.

Já antes, o ano passado, (e aqui perdoem-me uma ponta de parcialidade), um goleganense havia sido reconhecido pelo trabalho desenvolvido ao longo de décadas, nas mais diversas áreas associativas, da desportiva à social, da lúdica à cultural. Falo naturalmente, não sem confessar uma ponta de vaidade, mas principalmente bastante orgulho, no meu pai.

Isto revela, que nas nossas terras, vão surgindo nesta matéria quadros de enorme valor, merecedores de reconhecimento público, acrescido pelo facto de o serem, integrados numa tão vasta região, como acontece.

O associativismo, em terras como as nossas, continua a assumir uma grande importância na vida das nossas comunidades. É uma das imagens de marca das sociedades da província.

Regra geral, estas actividades são desenvolvidas com grande espírito de missão, com sacrifício pessoal, familiar e até profissional dos que decidem dar algo de si mesmos às coisas das suas terras. Por consequência, aos outros.

Mas há, normalmente, uma característica que permite que esta “classe”, a dos voluntários e “carolas”, vá insistentemente resistindo às constantes mutações sociais: a paixão pelas causas.

  É por isso que, ao longo de muitos anos e enquanto crescia, fui aprendendo, justamente com o meu pai, que, como diz ainda repetidamente, “um voluntário não se queixa”, isso é “conversa” para os profissionais.Mas os tempos foram mudando. Os ritmos de “vida” foram aumentando e cada vez as associações vão encontrando mais dificuldades em garantir a necessária e desejável renovação, até geracional, dos seus quadros dirigentes. Depois, os mais qualificados, integrados nas suas actividades, vão “sofrendo” uma tendencial maior exigência, fruto da cada vez maior competitividade dos mercados onde se inserem.

 A par disto e não menos importante, tem sido a forma como o Estado “olha” para o associativismo, transportando, de forma por vezes questionável, uma responsabilização excessiva para os dirigentes, mesmo sendo claro que, em muitos casos, algumas associações acabam por constituir-se como solução a muitos problemas que o próprio Estado não consegue resolver.

Este é mais um factor que vai contribuindo para o afastamento de quadros, em especial os mais jovens, das associações e colectividades das suas terras.
Mas, em particular neste Concelho e como se vê, vamos tendo ainda excelentes exemplos, que podem, os que quiserem, ir seguindo.

 GolegãXXI (BONS) EXEMPLOS DE ASSOCIATIVISMO

Publicada por José Godinho Lopes em 4.2.08

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